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BOHN GASS E JEFERSON AFIRMAM: “NÚMEROS MOSTRAM QUE SARTORI É O PIOR PARA A AGRICULTURA FAMILIAR
Para deputados, redução de verbas à SDR e Emater são preocupantes
Ao constatar a queda brutal de investimentos do governo gaúcho na agricultura familiar, o deputado federal Elvino Bohn Gass e o deputado estadual Jeferson Fernandes, ambos do PT, chegaram a uma conclusão: os números mostram que o governo de José Ivo Sartori é o pior da história para a agricultura familiar do Rio Grande do Sul. “Nem Britto, nem Yeda, cujos governos foram muito ruins para o trabalhador e a trabalhadora rural, fizeram tão pouco”, diz Bohn Gass. “Há um abandono das famílias rurais por parte do governo Sartori e isso se comprova nos investimentos, que nunca foram tão poucos”, completa Jeferson Fernandes.


O dado mais emblemático, segundo Bohn Gass, é a redução de 83% no orçamento destinado à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR). Em 2014, Sartori destinou R$ 71 milhões para esta secretaria. Dois anos depois, em 2016, o valor despencou para R$ 12 milhões. “O governo Tarso Genro criou a SDR justamente para que a agricultura familiar fosse, finalmente, uma prioridade estadual já que somos um Estado produtor de alimentos e essa atividade representa quase 30% do nosso Produto Interno Bruto. Isso, infelizmente, não foi compreendido pelo governo Sartori”.


Os números do orçamento mostram, ainda, que no mesmo período (2014/16), os financiamentos para o setor, via Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper) e Fundo de Terras do Estado do Rio Grande do Sul (Funterra), sofreram uma redução ainda maior: 87%. Em 2014, esses dois fundos tinham orçamento de R$ 121 milhões. Em 2016, o valor foi de pouco mais de R$ 15 milhões. “Isso tem nome: é abandono”, avalia Jeferson.


Alimentação, direito fundamental – Presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, Jeferson lembra que a alimentação é um direito humano fundamental e lamenta que, infelizmente, a agricultura familiar, setor voltado quase que exclusivamente ao mercado interno, não seja tratado pelos governos Sartori e Temer como estratégico para a erradicação da fome. “Virar as costas para a agricultura familiar, como fazem estes governos, é abrir mão da ideia de soberania alimentar como fator decisivo para a consolidação do direto humano à alimentação adequada, consolidado no artigo 25 da Declaração Universal dos Direitos Humanos”, ressalta.


EMATER – Relator da lei que criou a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) ainda no governo Dilma, Bohn Gass diz que a prova definitiva do desprezo do governo Sartori pela agricultura familiar está na redução dos recursos destinados à Emater: “Foram apenas R$ 116 milhões em 2016, o que representa uma diminuição de 35,2% em relação aos R$ 256 milhões destinados em 2014. Desde o começo, o governo Sartori vem demonstrando que não compreende a importância dos serviços que a Emater presta às centenas de milhares de famílias da agricultura familiar gaúcha. Em nível nacional, a mesma coisa: Temer acabou com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e praticamente abandonou a Anater. Sempre Governos do PMDB são inimigos da agricultura familiar”.


Foto João Maneco/Divulgação: Deputados Jeferson e Bohn Gass denunciam orçamento miserável do governo Sartori para a agricultura familiar


 
 
João Manoel Oliveira
Assessoria de Imprensa
Gabinete deputado Elvino Bohn Gass (PT)
(51) 30243922
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